O amor. O que é o amor?
É tipo uma gaveta de uma caixa organizadora. Um arquivo o qual utilizamos para guardar e organizar emoções as quais nomeamos e sentimos. E na gaveta do amor de cada um, há segredos e conceitos, sentimentos e afetos distintos. Todos possuem tal gaveta, creio eu. Mesmo que alguns percam a chave dela para sempre, estejam elas vazias ou cheias.
Cada um preenche sua gaveta do amor na medida que a vida lhe concede a graça de sentir e existir os milhares de estímulos que o mundo oferece. Do ar puro que subitamente preenche os pulmões e nos traz a calma, ao doce sabor do colorido que permeia nossos olhos.
É tipo uma gaveta de uma caixa organizadora. Um arquivo o qual utilizamos para guardar e organizar emoções as quais nomeamos e sentimos. E na gaveta do amor de cada um, há segredos e conceitos, sentimentos e afetos distintos. Todos possuem tal gaveta, creio eu. Mesmo que alguns percam a chave dela para sempre, estejam elas vazias ou cheias.
Cada um preenche sua gaveta do amor na medida que a vida lhe concede a graça de sentir e existir os milhares de estímulos que o mundo oferece. Do ar puro que subitamente preenche os pulmões e nos traz a calma, ao doce sabor do colorido que permeia nossos olhos.
O amor é uma equação matematicamente relativa, na qual se distingue em ordem e número para cada um. Como o mistério que é a própria vida, o amor é capaz de preencher uns, e esvaziar outros. Pois, se todo amor é uma mescla de sensações e experimentos que a vida nos traz, somos pequenos demais e ingênuos ao querer encontrarmos uma gaveta igual.
A aventura do amor é necessariamente atrair-se pelo desconhecido. Completar o quebra-cabeças com uma peça de Lego e expor-se para a vida com todos os seus sentidos, arejando seus anseios com os dissabores e os prazeres.
É descobrir que nem todo sentimento de conforto é seguro e que esse amargo que dá na boca é maduro. Nos contentamos em nos esconder dentro do nosso peito, e que desse leito descartamos o que nos obriga a ficar doentes, e substituí-los pelo que nos dá medo mas nos devolve para a vida. Somos capazes de descobrir e de criar, transformar-nos em espaço de expressão de potencia de vida.
Mas o que é o amor? É o que está dentro da minha gaveta? É o que está dentro da sua?
Acho que seria o que de bom tem a minha gaveta a oferecer para à sua, e dessa troca de figurinhas gerar o fortalecimento da vida, o desmascaramento dos vícios, a genuinidade de uma alma diante da outra, nuas.

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